domingo, 11 de setembro de 2011
A profecia se cumpriu
Foi uma profecia com tamanha precisão, eram 70 mil pessoas na Feira Itermunicipal de Educação, Turismo e Negocíos do Alto Oeste Potiguar - FINECAP, ocorrida no domingo (04), dia do show de Paula Fernandes . Estavam presentes no palco o prefeito Leonardo Rêgo, Dep Felipe Maia e é claro a mulher que tomou a atenção de todos, a governadora Rosalba Ciarlini.
Desde de sua apresentação a sua saída do palco, a governadora foi coberta por vaias, muitas vaias.
Foi até pronunciado o discurso dela, mas a mesma preferiu se calar diante de 70 mil vaias.
Todos estavam atentos a grande hora. Qual seria o discurso da Rosa?
Vale ressaltar que já completaram mais de cem dias que a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte- UERN está em greve.
Gil. vaneide Holanda
Henrique Eduardo Alves, 40 anos de planário.
"Falo a verdade. Por isso, sabem que sou confiável", diz Alves, sobre os embates recentes com o governo.
O CLÃ ALVES
O deputado é herdeiro político de um dos principais clãs nordestinos, montado pelo ex-governador e ex-ministro Aluísio Alves (1921-2006), cassado pelo Ato Institucional nº 5.
O deputado declarou em 2010 patrimônio de R$ 5,6 milhões, o que inclui cotas da TV Cabugi (retransmissora da Globo) e do jornal "Tribuna do Norte", o de maior circulação no Estado. Em 2007, a Folha revelou que ele usou verba pública para bancar reportagens em seu grupo de comunicação.
Por essas e outras coisas que nosso "time político potiguar continua na segunda divisão".
Gil. vaneide Holanda
domingo, 31 de julho de 2011
[leia] Evangelista: "O PR terá candidato em 2012, tanto pode ser Pinheiro, como pode ser eu"
Ontem, o Presidente da Câmara de Vereadores, Evangelista Menezes Filho, concedeu entrevista ao radialista Fábio Soares e agradeceu a demonstração de carinho e as homenagens feitas à seu pai, falecido há poucos dias.Sobre política... disse que as possibilidades de união entre seu grupo e o da prefeita são remotas. E que, segundo conversa entre Flaviano e Dr. Pinheiro, foi dito por Flaviano que se Pinheiro reunisse maiores condições de vencer o pleito em 2012, os dois estariam juntos na disputa.
Evangelista não falou... mas também não foi perguntado... sobre o inverso, onde caso Flaviano reunisse maiores condições de vitória se o seu grupo o apoiaria. Contudo, declarou que não acredita em 'terceira via', e acha que apenas 2 lados disputarão a prefeitura em 2012.
Seria então a volta da velha disputa entre: Verde versus Vermelho. Entre Bicudo versus Bacurau.
O radialista Fábio Soares fez questão de enfatizar que em Apodi não há espaços para outras cores: "Não existe essa história de amarelo. Em Apodi só tem espaço para verde e vermelho."
E Evangelista completou: "O vermelho hoje em Apodi é liderado por Pinheiro. Eu sempre fui verde, mas o povo sabe que a única chance do vermelho de Apodi vencer é com Pinheiro."
Sobre a posição do PR nas próximas eleições, Evangelista disse que já conversou com João Maia que determinou que fosse feito uma pesquisa para avaliar a conjuntura política apodiense, e que tanto Dr. Pinheiro como ele próprio poderá sair candidato a prefeito nas próximas eleições.
"O candidato nato do nosso partido é Dr. Pinheiro, detentor de 3 mandatos e que o povo de Apodi sabe do que ele é capaz, mas se o povo quiser que seja eu, se for isso o que aparecer nas pesquisas, então entrarei na disputa. Sou um homem de equipe. Não defino nada sozinho, nem admito que haja definições sem minha participação." - finalizou o vereador Evangelista Filho.
fonte APODIBAIXODOPANO
Nossa resposta:
Não acredito nessa interpretação que algumas pessoas insistem em fazer da atual situação política de Apodi: "que ou vc é bacural ou bicudo".
Para mim, isso é característico de uma situação em que buscam "enfiar", de goela a d'entro, candidatos tradicionais e históricos(devido o número de mandatos ou candidaturas) aos apodienses. Uma coisa curiosa é que não lembro de outro momento na história de apodi em que algumas pessoas tivessem tanta disposição para fazer afirmações do tipo: "ou vc é bacural ou bicudo", "ou vc vota nesse candidato ou naquele". Na minha opinião, esta preocupação reflete o desconforto de uma minoria que se encontra temerosa de uma futura mudança. De alguma forma, a atual situação política de Apodi converge com os interesses dessa minoria. Algumas pessoas tem medo de mudanças, eu tenho medo que as coisas nunca mudem. E como posso votar em quem quiser, e se eu quiser, como é que me obrigam a ser bacural ou bicudo?!
Gildevan Holanda
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
E os deputados do RN ficaram de fora na lista dos mais assíduos
sexta-feira, 8 de julho de 2011
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
A história do Pequeno Principe ...
A sábia raposa ensina o pequeno príncipe a compartilhar. E explica-lhe que, apesar de existirem milhares de flores parecidas, a dele é única, e foi o tempo que ele dedicou a ela que a fez tão importante.
Cativar quer dizer conquistar e requer responsabilidade. Responsabilidade por um amor, por um amigo, pelo talento que possuímos e pelo que conquistamos em nossa carreira profissional e pessoal.
Seja responsável pelas suas conquistas. Valorize-se. Cuide do que você cativou.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Professor Tradicional X Professor Inovador
Na educação, de uma forma geral, ocorre uma prática (principalmente entre os alunos) de categorizar seus professores de acordo com os métodos utilizados ou o comportamento docente em sala de aula. Utilizamos um conjunto de características como ponto de partida para criarmos dois grupos de educadores: os tradicionais e os inovadores. Os primeiros acabam sendo representados como retrógrados, e suas características são apresentadas como comportamento negativo e mais comumente hostilizadas pelos alunos. Diferentemente do dito “professor inovador”, que dispõe de uma maior aceitação entre estes.
Em meio a isso tudo, há algo muito importante a ser compreendido. De que forma foi construída tais representações? O que vem a ser tradicional? E o que é um comportamento conservador?
Durante a ditadura militar, o ensino (da história, por exemplo) foi caracterizado pela construção do sentimento nacionalista. Nesse período também foi bastante presente a busca, empreendida por parte do Estado, de um professor caracterizado por sua forte autoridade, ao mesmo tempo conivente e submisso aos objetivos do Estado. Já na década de 80, período de transformações sociais (lenta redemocratização, crise econômica) o paradigma de educação se transforma.
Assim, a partir de 80, o professor passa a ser melhor avaliado de acordo com sua capacidade de se opor ao perfil de educador tão almejado pelos generais presidentes. As mais simples práticas, comumente presentes em sala de aula durante a repressão (até mesmo o uso da oralidade pelo professor) passaram a ser associadas a um ensino tradicional.
Como sabemos, o ensino é uma prática possibilitada pelas relações humanas. E as pesquisas e produções em educação, hoje, buscam nos ensinar a complexidade presente em tais relações ocorridas em sala de aula. Trata-se de um conjunto de fenômenos e comportamentos que são objeto de estudo de muitas pesquisas científicas e que provam a complexidade dos elementos presentes em sala de aula.
Tais complexidades não são levadas em conta quando etiquetamos nossos professores em “tradicionais” ou “inovadores”. Determinados métodos “tradicionais” são necessários e presentes ainda hoje: a exposição do conteúdo oralmente; uso do pincel e quadro. E a rejeição a tais métodos também não fará do professor um inovador, que pode cair em armadilha ao tornar outros métodos cotidianos.
Antes de tradicionais ou inovadores, prefiro referir-me a bons e maus profissionais. E estes se diferenciam não pelos recursos didáticos utilizados, mas pela capacidade de problematizar as disciplinas e gerar aprendizagem.
Gildevan Holanda
A HISTÓRIA ENSINADA ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DOS COLÉGIOS MILITARES .
sábado, 11 de junho de 2011
Política na Sala de Aula: mistura perigosa?
![]() | |
| Paulo Freire |
sábado, 21 de maio de 2011
O discurso que calou a boca dos nossos deputados estaduais.
Ameaça de greve dos professores da UERN - SOU CONTRA! Veja os motivos
quarta-feira, 2 de março de 2011
MAIS UMA MANIFESTAÇÃO DE PRECONCEITO CONTRA NORDESTINOS
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
LAGOA DE APODI : O DESASTRE ECOLÓGICO E O REFLEXO ECONÔMICO SOCIAL
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Quando a gente pensa que não falta mais nada ... lá vem!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
CHEGA DE REGRESSÃO!
sábado, 4 de dezembro de 2010
Declínio do DEM em quase todo país, apogeu no nordeste
sábado, 27 de novembro de 2010
A pacificação no Rio de Janeiro e seu "efeito colateral"
Estive nesses últimos dias totalmente por fora dos noticiários da mídia e isso me angustiava bastante, visto que só ouvia os comentários sobre os confrontos entre a polícia e os traficantes do Rio, uma "guerra civil".
Sabemos que esse fato reflete de anos de omissão do Estado e da sociedade civil à exclusão social e o tráfico de drogas. Por sua vez, os narcotraficantes se apossaram de áreas consideradas menos favorecidas, controlando as vendas de drogas, ações de controle territorial que afetam a própria rotina da população, já sendo comum a determinação, pelo crime organizado, do fechamento de estabelecimentos comerciais e escolares locais e até mesmo realizando julgamentos dentro da comunidade.
Dessa vez o Estado retirou as vendas dos olhos e não negou a existência do problema. Mesmo assim, como vivemos em um país democrático, começaram as manifestações dos prós e contras a esse meio de intervenção.
Acho engraçado que todos nós sempre falamos que nossos políticos e a polícia sempre fazem vista grossa para essa banalidade toda e que é imprescindível a ação do Estado para esse caso. Esse pensamento é unânime. Porém os grupos de manifestação contra essa ação do Estado alegam que essa não seria a forma mais condizente de combater o tráfico, que muitos inocentes são atingidos e torturados pelos militares. Bem, esse é o chamado dano colateral do caso, em qualquer tipo de ação isso é inevitável.
É importante ressaltar que muitos desses que protestam contra a ação militar na favela são familiares, amigos e até mesmo os consumidores de drogas que temem perder a facilidade do seu vício.
Nas matérias de tv podemos vislumbrar vários moradores que são a favor dessa "ação pacificadora", muitos até cooperam com os policiais oferecendo apoio em suas residências. Esses cidadãos estão cansados de serem utilizados como blindagem, usados como verdadeiros escudos humanos pelos marginais.
Recuar os militares e cruzar os braços para o tráfico é ir contra vários direitos da nossa Constituição. Analisando a situação atual do Rio de Janeiro, a realidade aponta que, para realizar qualquer atividade preventiva em prol da comunidade (educação, saúde e urbanização), isso só poderá ocorrer após o Estado "recuperar" as "áreas liberadas" dominadas pelos membros do crime organizado.
Em alguns minutinhos de conversa com uma cidadã carioca que é contra a essa ação, pude perceber o desejo que estava por trás. O argumento usado foi que a violência urbana deveria ser combatida através da educação, emprego, erradicação da miséria e lálálálálá Bastou uns minutinhos para perceber que era favorável ao tráfico, havia um medo por trás, talvez fosse a preocupação com o baseado de cada dia.
PREFERE UM POLÍTICO PALHAÇO ou UM POLÍTICO LADRÃO?
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
NADA PRA FAZER? PODE SER.



