No declínio do seu poder, ligado em especial a velhas oligarquias estaduais e ao regime militar, o partido “Democrata” ainda é forte no estado do Rio Grande do Norte, estado no qual fomenta a existência desse grupo político, tendo como seu principal representante o senador José Agripino.
Longe do poder federal desde 2002 ( no qual tiveram a vice presidência), enfraquecido pela morte de antigos caciques (ACM) e pela aposentadoria de outros, a sigla que serviu de sustentação para os governos de José Sarney, de Fernando Collor, de Itamar Franco e de Fernando Henrique Cardoso se equilibra em uma bancada extremamente desidratada, tanto na Câmara quanto no Senado.
Dissidentes do antigo PDS, herdeiro da Arena, partido que foi a base da ditadura militar, hoje se denomina “democratas”, uma hipocrisia, e usam essa farsa pra esquecer a história podre que marcou o nosso país. Essa estratégia acabou virando ironia com o escândalo do mensalão do DEM no Distrito Federal, única unidade da Federação que era governada pela sigla, sob o comando de José Roberto Arruda, hoje sem partido. Quem tem um pouco de bom senso e sabe da história política do nosso Brasil pensa mil vezes antes de votar nesse partido, visto que quando se vota em um candidato vota-se também no partido do mesmo, um político não governa sozinho, governa segundo a ideologia do seu partido.
Quando é que nós nordestinos iremos acordar? Vamos dá uma basta aos filhotes da ditadura. Não ao DEM!!!
Ela começou a crescer, parecia vir do nada. Ficou horas se arrumando e ajeitando suas pétalas... E é linda! Mas também orgulhosa, caprichosa e contraditória.O pequeno príncipe apaixona-se e vive para atender aos seus caprichos. Embora pareça contraditória, entre caprichos e sabedoria, a rosa é extremamente feminina e sedutora. Por isso, cativa o coração do principezinho.
Le Petit Prince
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"Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma flor do nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia omais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer mais nada" (Vladimir Maiakóvski)